
Localizada na margem direita do rio Douro, o PORTO é segunda maior cidade de Portugal, considerada capital do Norte do País, foi classificada pela UNESCO como Património Mundial e Capital Europeia da Cultura em 2001. A cidade do Porto alberga uma riqueza histórica incalculável uma verdadeira mina para os amantes da história de arte, uma iguaria que vale a pena conhecer.
Nos primórdios da civilização, a zona a que chamamos hoje de CIDADE DO PORTO, era um ponto de paragem obrigatória para quem viajava pelo território nacional e mais tarde um porto do qual saíram grandes embarcações como as do nosso querido e grande descobridor Infante D. Henrique, que nesta nobre terra nasceu. Foi daí que surgiu o nome desta cidade “PORTO” e dela se baptizou o nome do néctar nascido nas encostas do douro, o Vinho do Porto. Os belos Rabelos transportavam-no até ás caves, que ainda hoje existem, nas margem opostas do PORTO, Gaia, essa cidade única que pode dizer-se que tem o mesmo número de pontes que a CIDADE DO PORTO.
Devido aos descobrimentos e ás embarcações que desta cidade saíram, este povo herdou o nome de “TRIPEIROS”, graças ao facto de nas embarcações seguirem apenas as carnes boas, ficando a população com as vísceras ou seja TRIPAS e daí viria a nascer as “TRIPAS Á MODA DO PORTO”, prato esse que mais ninguém prepara com a mesma sabedoria.
O PORTO desde sempre foi palco de grandes obras e artistas entre os quais: a torre dos Clérigos de Nicolau Nasoni, a ponte Maria Pia de Gustave Eiffel ou até mesmo a Casa da Música de Rem Koolhaas, Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett, Porto Sentido de Rui Veloso, etc, podemos também encontrar grandes referências como Rui Reininho e os GNR, Pedro Abrunhosa e ia-me esquecendo do polémico Pinto da Costa, para quem não sabe, é o homem com mais anos de presidência de um clube de futebol e ainda poeta.
Uma cidade INVICTA que sempre fora cobiçada pelos franceses e ingleses, mas talvez por força e astúcia deste povo, a única coisa que levaram foi a exploração do Vinho do Porto.